terça-feira, 16 de agosto de 2011

La vie dans l'extrême

Todo mundo tem aquele amigo(a) inteligente que fala coisas sobre as quais você reflete depois, ou usa depois ou até repete quando não tem nenhum dos presentes olhando.  
Diz o senso comum que o segredo mora no equilíbrio e que tudo que é demais faz mal e deve ser evitado. Um dia essa minha brilhante amiga disse que o extremo não só era bom mas como era necessário. Ela disse: eu tenho que sair e ficar muito bêbada para me divertir loucamente e no outro dia ficar de ressaca e não querer ver ninguém. Eu poderia sair e beber pouquinho e me divertir ok, mas e ai? 
Para nem todo mundo isso pode ser assim, nada demais mas para mim... Foi a libertação. A liberdade pode ser um ventinho no rosto ou pode vir em forma de palavras. Eu que sou hora Polyana hora Lady Macbeth pude fazer um pouco as pazes comigo mesma.
Não que o cansaço vá embora totalmente. Não é porque eu aceito melhor uma característica minha (obrigada minha Musa) que eu não me canso e o cansaço em dias como hoje aumentam trinta por cento chegando quase no nível total.
...Quero cortar o cabelo na nuca e pintar de vermelho claro. Quero mudar de país, um lugar não Latino onde os homens não sejam assim escrotos. Eles vão ter outras escrotices, mas pelo menos não as dos daqui. (Acho que vou ter que mudar de planeta), chegando lá vou mudar meu nome para Alice Ayres. Se eu deixar de ser eu talvez eu não me canse mais...  Ou  não. 

3 comentários:

  1. Renatinha - no embalo do seu pensamento consegui refletir um pouco nos que guardo numa bolsa escondida atras da nuca. Mais tarde eu passo aqui pra "emprestar" um pouco mais de voce. Beijokas - Vini

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  2. Como eu não conhecia seu blog, minina!!
    Saudadedocê!!!!!
    Beijo!!!!!!!

    Carol Carolina

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  3. PS: Vou colocar como meus favoritos lá meu brog! rs*

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